Cromo: conheça o parceiro da insulina

No post de hoje do Laboratório Jarbas Doles, vamos falar sobre o cromo, seguindo nossa série sobre os oligoelementos.

O cromo pode ser considerado o melhor amigo de quem vive em uma queda de braço com a balança ou com a vontade de comer doces. 

Continue a leitura e descubra como esse elemento cumpre um papel fundamental no funcionamento correto do nosso organismo.

Boa leitura! 

Cromo e insulina: a dupla dinâmica

Podemos explicar a funcionalidade do cromo no organismo humano da seguinte forma: 

Se o nosso corpo fosse uma grande fábrica que processa energia, o cromo seria a chave que abre a porta das células para o açúcar entrar. 

Dessa forma, ele trabalha de mãos dadas com a insulina, garantindo que a glicose que vem da comida saia do sangue e vá virar combustível dentro dos músculos e órgãos. 

Por isso, quando o cromo está desnivelado, a insulina até tenta trabalhar, mas a fechadura fica “emperrada”, o que faz o açúcar sobrar no sangue e a gente sentir mais fome e cansaço.

Dicas para manter os níveis de cromo em dia

Em primeiro lugar, precisamos entender que o cromo é um dos primeiros minerais a se perder quando os alimentos são muito processados ou refinados. 

Sendo assim, quem tem uma dieta baseada em muita farinha branca e açúcar acaba não só ingerindo pouco cromo, como também gastando o pouco que tem para tentar processar todo esse açúcar, criando um ciclo vicioso de falta do mineral e aumento da vontade de comer guloseimas.

Conheça a seguir as principais fontes naturais de cromo: 

  • Levedura de cerveja;
  • Farelo de trigo;
  • Suco de uva integral;
  • Brócolis;
  • Alho;
  • Carnes;
  • Cereais integrais. 

Exames para analisar os níveis de cromo no organismo

Aqui no Laboratório Jarbas Doles, nós dosamos o cromo principalmente através do sangue ou da urina. 

É um exame técnico que exige tubos muito limpos, pois a quantidade que circula é minúscula. Quando o resultado mostra que o cromo está baixo, o que chamamos de deficiência de cromo, o corpo começa a dar sinais de que o processamento de energia está falhando. 

O sintoma mais clássico é a intolerância à glicose, onde o açúcar no sangue sobe além do normal. A pessoa sente uma fadiga constante, uma ansiedade difícil de controlar e aquela vontade súbita de atacar a geladeira atrás de carboidratos. 

Isso é muito comum em pessoas com diabetes tipo 2 ou naquelas que estão na fase de pré-diabetes.

Já o excesso de cromo no sangue, a hipercromemia, é raríssimo através da alimentação. 

Quase sempre isso acontece por exposição no trabalho, em indústrias de couro ou tintas, ou pelo uso abusivo de suplementos de academia sem nenhuma orientação médica. 

Ter cromo demais pode sobrecarregar os rins e o fígado, além de causar irritações na pele. 

Como médico, eu sempre digo: o cromo não é uma “pílula mágica” para emagrecer, mas é uma peça essencial para o equilíbrio metabólico. Se o seu exame apontar níveis baixos, o ajuste na dieta ou uma suplementação guiada pode ser o empurrão que faltava para o seu corpo queimar energia de forma eficiente e você se sentir com muito mais disposição no dia a dia.

Para agendar seu exame no Laboratório Jarbas Doles, clique aqui e entre em contato com a nossa equipe. 

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